quinta-feira, 18 de julho de 2013

Novas universidades criam mais 19 mil vagas de ensino superior na Bahia


Cerimônia de autorização das universidades federais do Sul e do Oeste da Bahia | Crédito: oberto Stuckert Filho/PR


Nos próximos anos os estudantes baianos que quiserem ingressar no ensino superior terão à disposição mais 19 mil novas vagas em 71 cursos universitários distribuídos nas mais diversas áreas acadêmicas. Em cerimônia realizada em Brasília, com participação do governador Jaques Wagner, ministros, prefeitos e outras autoridades, a presidente Dilma Rousseff sancionou os projetos de lei que criam as Universidades Federais do Sul e do Oeste da Bahia.

A Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba) terá sede em Barreiras com campi nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Barra, Santa Maria da Vitória e Luís Eduardo Magalhães. A universidade contará com 35 cursos de graduação e pós-graduação e atenderá 7.930 estudantes.

A sede da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba) ficará em Itabuna e terá campi nos municípios de Porto Seguro e Teixeira de Freitas. Serão oferecidas 36 opções de cursos a 11.110 estudantes de graduação e pós graduação.

O governador Jaques Wagner disse que esse era o momento para agradecer e parabenizar o governo federal pela decisão e relembrou a evolução da educação no estado. “Até 2002 a Bahia, apesar de ter a 4ª maior população do país, tinha apenas uma universidade federal, a Ufba. De lá para cá foram criadas a Universidade Federal do Vale do São Francisco, a Federal do Recôncavo e agora, com a assinatura da presidenta, a Federal do Sul e a Federal do Oeste do estado, então saímos de uma para cinco.”

Wagner também destacou que, com as novas universidades, a Bahia consegue levar o ensino superior federal a todas as regiões do estado. “Essa distribuição foi feita com muito critério já que a Bahia é muito grande, somos o quinto maior território entre os estados brasileiros e realmente conseguimos espalhar no sul, no oeste, em Salvador, no norte em Juazeiro e em Cachoeira, no Recôncavo.”

A presidente Dilma Rousseff comentou a influência dessas novas universidades. “Elas terão efeito em toda a região próxima às sedes. Precisamos buscar a excelência nessas universidades e, quanto mais a gente conseguir criar polos educacionais, melhor para todos nós”.

A criação das duas universidades faz parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni), pelo qual o governo federal tem adotado uma série de medidas, que objetivam retomar o crescimento do ensino superior público.




Com informações da SECOM

quarta-feira, 17 de julho de 2013

ENSINO MÉDIO COM INTERMEDIAÇÃO TECNOLÓGICA DA BAHIA É EXEMPLO PARA OUTROS ESTADOS




Lançado pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia em 2011, o Programa Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (EMITec) já é utilizado como modelo. A iniciativa, que se constitui em uma ferramenta pedagógica para educação a distância, em áreas remotas do estado, inspirou a implantação do Programa de Educação com Mediação Tecnológica Mais Saber, no Piauí.

Ontem, terça-feira (16), a diretora e a coordenadora do Mais Saber, Lusimary Veloso e Maria de Lourdes da Costa e Silva Lopes, respectivamente, visitaram as instalações do EMITec, em Salvador, com o propósito de conhecer mais detalhes do programa e aperfeiçoar a experiência piauiense.

Para implantar a iniciativa no Piauí, a equipe de coordenação mapeou e avaliou iniciativas exitosas de mediação tecnológica. “Visitamos três estados e avaliamos o modo como a ferramenta estava sendo aplicada. A experiência da Bahia foi a que mais nos inspirou, pela proximidade regional”, explicou a coordenadora.

Após um ano de implantação, a equipe retornou para aperfeiçoar o conhecimento no processo de avaliação, no atendimento dos estudantes em disciplinas que têm dificuldades, a fim de encontrar professores e principalmente conhecer as estratégias utilizadas na Bahia para ampliar o número de alunos inseridos no programa.



Reconhecimento

De acordo com Lusimary Veloso, a visita ao EMITec e a troca de experiência com os baianos servirão para o fortalecimento do Mais Saber. “Durante a visita, conhecemos os estúdios, o sistema de avaliação e a parte pedagógica do EMITec. O programa na Bahia está muito adiantado e podemos extrair boas práticas daqui”.

A coordenadora do EMITec na rede estadual, Letícia Machado, avaliou a visita como uma forma de reconhecimento ao trabalho que vem sendo desenvolvido no estado. “Isso mostra o sucesso do EMITec e também aumenta a nossa responsabilidade. Temos a obrigação de melhorar cada vez mais o nosso programa, já que estamos servindo de modelo”.



EMITec

O programa atende atualmente a 15.838 estudantes, com 660 telessalas, em 140 municípios. É uma alternativa pedagógica voltada à articulação para os alunos do que acontece no mundo com os acontecimentos regionais. Desta forma, em áreas longínquas, onde era remota a possibilidade de levar a oferta educacional, acontece a transmissão de conteúdos educacionais em sala-estúdio, implantada no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador.

As aulas são transmitidas, via satélite, em tempo real, com mediadores em cada sala das escolas. Pioneiro na região Nordeste, o EMITec está de acordo com os princípios das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM), Orientações Curriculares Estaduais para o Ensino Médio e o documento Princípios e Eixos da Educação na Bahia.










Fonte: SECOM - BA

CONHEÇA AS 20 METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (PNE)





Os principais desafios da Educação para a próxima década, como o de alocar 10% do PIB na Educação

Fonte: O Globo (RJ)





Por meio de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011 e do Anuário Brasileiro da Educação Básica de 2013, elaborado pelo movimento Todos pela Educação, O GLOBO listou as 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e seus principais desafios para a próxima década, como o de alocar 10% do PIB na Educação e o de matricular 3,2 milhões de crianças e adolescentes que ainda estão fora da escola.


Meta 1

Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.

Em 2011, 81,7% das crianças de 4 e 5 anos estavam matriculadas na Pré-Escola. Segundo dados do Pnad 2011, mais de um milhão de crianças nessa faixa etária ainda estão fora da escola. Por outro lado, das que tinham de 0 a 3 anos, apenas 22,95% frequentavam as escolas. A matrícula para esse grupo não é obrigatória.


Meta 2

Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda população de 6 a 14 anos.

O Ensino Fundamental teve em 2011 a taxa líquida de matrícula de 92,4% das crianças de 6 a 14 anos, fazendo com que muitos especialistas considerem que a modalidade já está universalizada. No entanto, pelos dados do Pnad 2011, 539,7 mil crianças ainda não frequentam as salas de aula.


Meta 3

Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.

Cerca de 80% dos jovens entre 15 e 17 anos frequentam as escolas, embora apenas 52,25 destes estejam no Ensino Médio - a distorção idade-série é o maior problema a ser enfrentado nessa modalidade de ensino. Além disso, segundo o Pnad 2011, 1,6 milhão de jovens nessa faixa etária estão fora da escola.


Meta 4

Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complementares.

Entre 2010 e 2011, houve um aumento de 15,3% na taxa de matrículas de crianças na Educação Especial. No mesmo período, entretanto, caiu em 11,2% o número de alunos em escolas especiais. Segundo o MEC, 78% dos alunos com algum tipo de deficiência estão matriculados na rede pública de ensino.


Meta 5

Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade.

Apenas 44,5% dos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental apresenta proficiência adequada em leitura, de acordo com os resultados da segunda edição da Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização, a Prova ABC. O teste foi aplicado no final de 2012 a 54 mil alunos de 1,2 mil escolas públicas e privadas de todo o país. A partir deste ano, o MEC substituirá a Prova ABC pela Avaliação Nacional da Educação (ANA), um dos eixos do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pronaic).


Meta 6

Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) aluno(as) da educação básica.

Pelos dados do MEC, as matrículas na Educação de Tempo Integral representam 5,8% do total de alunos no Ensino Fundamental. Os esportes respondem por 65% da frequência na grade curricular das escolas de tempo integral.


Meta 7

Fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem.

O fluxo escolar é medido pelos índices de aprovação, reprovação e abandono em um ano letivo. A reprovação é um dos principais problemas na Educação Básica, com taxas girando em torno de 10% no Ensino Fundamental e 13% no Ensino Médio. O abandono ficou em 2,8% no primeiro, e 9,5% no segundo. Já a taxa de distorção idade-série, que mede a quantidade de alunos matriculados em séries inferiores ao adequado para suas idades, caiu tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. No primeiro, ela passou de 23,6% para 22,9%. No segundo, caiu de 34,5% para 32,8%.


Meta 8

Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.

Em 2011, a escolaridade da população de cor branca de 25 anos ou mais alcançou a média de 8,3 anos, enquanto que a população de cor negra da mesma faixa etária ficou com apenas 6,4 anos. No entanto, há desigualdade inclusive numa mesma faixa de escolaridade: entre os que estudaram 10 anos ou mais, os brancos têm um rendimento médio de R$ 798, enquanto os negros acumulam somente R$ 586,10.


Meta 9

Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até o final da vigência do PNE, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

Em 2011, cerca de 8,4% dos brasileiros com 15 anos ou mais não sabiam ler e escrever.


Meta 10

Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos (EJA) na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

O setor enfrenta uma queda contínua de matrículas. De 2007 a 2011, o país perdeu 18.893 das 166.254 turmas de EJA, ou seja, uma queda de 18,9%.


Meta 11

Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no setor público.

Diferentemente do EJA, o ensino técnico está em tendência de expansão no país. Entre 2005 e 2011, subiu de 8,2% para 14,9% o número de cursos técnicos sobre o total verificado no ensino médio regular, totalizando 1,2 milhão de alunos.


Meta 12

Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público.

De 1995 a 2011, a taxa líquida de matrículas no ensino superior da população entre 18 e 24 anos passou de 5,9% para 14,9%.


Meta 13

Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.

Em 2011, havia no Brasil 39.220 mestres e 11.314 doutores titulados, segundo dados do GeoCapes.


Meta 14

Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.

Pelos dados do GeoCapes, cresceu em 10% o número de estudantes titulados na pós-graduação entre 2010 e 2011.


Meta 15

Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de vigência deste PNE, a política nacional de formação e valorização dos profissionais de educação, assegurando que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.

Cerca de 25% dos mais de dois milhões de docentes na educação básica ainda possuem, no máximo, o ensino médio ou magistério.


Meta 16

Formar em nível de pós-graduação 50% dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino.

Na educação básica, cerca de 75% dos professores têm, no mínimo, ensino superior completo.


Meta 17

Valorizar o magistério das redes públicas da educação básica, a fim de aproximar o rendimento médio do(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o sexto ano de vigência deste PNE.

Dos mais de 2 milhões de professores na educação básica no Brasil, cerca de 18% dão aula em duas unidades escolares, e 78% lecionam em apenas um estabelecimento.


Meta 18

Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os(as) profissionais da educação básica pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do art. 206, VIII, da Constituição Federal.

Em vigor desde 2008, a Lei do Piso para o magistério ainda não é cumprida sete estados do país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Outras 14 unidades da federação não obedecem integralmente a norma, que estabeleceu em 2012 um salário de R$ 1.451 como piso nacional.


Meta 19

Assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública e à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto.

Cerca de 48% dos municípios do Brasil não possuem uma secretaria exclusiva para a Educação.


Meta 20

Ampliar progressivamente o investimento público em Educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. 










terça-feira, 16 de julho de 2013

PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO CONSOLIDA POLÍTICA DE VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO





O governador Jaques Wagner encaminhou, ontem, segunda-feira (15), à Assembleia Legislativa da Bahia, projeto de lei que contempla a pauta de reivindicações referente a 2013 e 2014, acordada entre os representantes do Executivo e do Sindicato dos Professores da educação básica da rede estadual (APLB). No mesmo dia, às 11 h, o governador recebe, no Salão de Atos da Governadoria, representantes da APLB, com a presença dos secretários estaduais da Educação, Osvaldo Barreto, e da Administração, Manoel Vitório.

Pelo projeto, a hora-atividade, que atualmente é de 30% passa para 1/3 (33%) da jornada de trabalho do professor. Considera-se hora-atividade a atividade complementar destinada aos professores em efetiva regência de classe para preparação e avaliação do trabalho didático, reuniões pedagógicas e aperfeiçoamento profissional, conforme a proposta pedagógica de cada unidade escolar. A medida vai contemplar os 36.615 professores da rede estadual.

O projeto também trata da manutenção do pagamento de gratificações ao professor readaptado de suas funções tais como: regência de classe de 31,18%; atividade complementar; educação especial e difícil acesso, se percebidas quando no exercício das suas atividades em sala de aula.

De acordo com o secretário Osvaldo Barreto, com a ação o Estado consolida a política de valorização do magistério. “O Governo da Bahia vem cumprindo a Lei do Piso, desde 2009, ano que passou a ser vigorado. Com o reajuste linear de 5,84%, concedido em 2013, o Estado acumula um percentual de 12,12% a mais em relação ao piso salarial nacional dos professores”, diz.













Fonte: SECOM - BA

LOJA DE DECORAÇÃO TEM PROMOÇÃO ESPECIAL PARA SERVIDOR ESTADUAL




A Habitus Decoração e Design, mais uma parceira do Clube de Desconto, oferece promoção especial para os servidores estaduais, até o dia 30 deste mês, na compra de persianas verticais, cortina rolô ou painel e na cortina romana. Pedidos acima de R$ 400 terão instalação grátis para as cidades de Salvador e Lauro de Freitas. A loja funciona na Rua Dr. Barreto, Quadra H, nº 10, em Vilas do Atlântico. 

Durante o período da promoção, o metro quadrado da persiana vertical em PVC sairá a partir de R$ 59,90. A mesma medida da cortina rolô ou do painel custará a partir de R$ 160. O metro quadrado da cortina romana será orçada a partir de R$ 180. Para todos os seus serviços, a Habitus oferece 10% à vista e 5%, nos principais cartões de crédito. 

Parceria do Clube de Desconto desde 2009, a Habitus oferece orientação profissional para a decoração de quartos e salas, com a instalação de cortinas, persianas, papeis de parede e estofados. Para usufruir do benefício, basta apresentar o contracheque, juntamente com o documento de identidade, ou o crachá funcional. Mais informaçõesno site ou pelo telefone (71) 3379-2069.











Fonte: SECOM - BA

REDE SOCIAL DA EDUCAÇÃO SERÁ LANÇADA NESTA TERÇA-FEIRA





A Secretaria da Educação do Estado da Bahia lança hoje, às 9 h, no Instituto Anísio Teixeira (IAT), o Espaço Aberto - A Rede Social da Educação. O evento acontece durante o ‘Seminário de Educação e Tecnologia: mobilidade e mídias digitais na escola’, quando serão compartilhados projetos e experiências sobre o tema. Na ocasião, o secretário da Educação, Osvaldo Barreto, apresenta o projeto de formação para o uso dos Tablets Educacionais da Bahia. 

O Espaço Aberto é um ambiente pedagógico digital com recursos interativos, desenvolvido com o objetivo de integrar professores e estudantes da rede pública estadual. No primeiro momento, a Rede será aberta somente aos professores, que já podem criar um cadastro e obter seu perfil pessoal a partir do endereço eletrônico, passando a desfrutar do serviço que, durante as formações e fases de testes, foi utilizado por mais de 500 docentes.

Recursos

A Rede Social da Educação oferecerá recursos interativos para os usuários, como fóruns, blogs, chat, comunidades, álbuns de fotos e feed de notícias, além do acesso aos conteúdos digitais do ambiente educacional web. “A Bahia tem dimensão continental. Uma ferramenta como essa, com fins educativos e o objetivo de potencializar a interação e o compartilhamento de conhecimentos e práticas pedagógicas, vai promover um encontro entre professores de diversos pontos do nosso estado, que poderão construir e trocar conhecimentos curriculares e transversais”, diz o coordenador da Rede Anísio Teixeira, Yuri Wanderley.

Programas livres

Além da comunicação e interação entre os docentes e acesso a conteúdos digitais livres das diversas áreas do conhecimento (vídeos, jogos, animações, simulações, experimentos e sequências didáticas, entre outros), a Rede dará acesso também a programas livres voltados para a colaboração e produção de mídias e tecnologias educacionais, publicação e compartilhamento de produções e experiências escolares. 

Segundo Wanderley, “um diferencial, em relação a outras redes, é o fato de estar integrada a todo repositório de conteúdos da educação e de outras instituições públicas parceiras”.










Fonte: SECOM - BA

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Seminário de Educação e Tecnologia: Mobilidade e Mídias Digitais na Escola



Partilhar experiências sobre a educação e tecnologia. Esse é o objetivo do Seminário de Educação e Tecnologia: Mobilidade e Mídias Digitais na Escola que acontece no dia 16 de julho de 2013, das 9 às 18 h, no Instituto Anísio Teixeira.

As inscrições estão abertas aqui.

A programação conta com palestras e discussões no formato de mesas redondas voltadas à temática do seminário e também a segurança na internet, com a apresentação de Rodrigo Nejm, representante da SaferNet Brasil. No evento ocorre o lançamento da Rede Social da Educação e o Projeto Tablets Educacionais na Bahia da Ministério da Educação (MEC) com a presença do Secretário de Educação do Estado da Bahia, Osvaldo Barreto; o Diretor de Educação e Tecnologia do IAT, Rodrigo Aragão; e, o Coordenador da Rede Anísio Teixeira do IAT – Yuri Wanderley.

Tecnologias educacionais - A Rede Social Espaço Aberto é um ambiente educacional voltado para os estudantes e professores da rede pública estadual da Bahia onde estes sujeitos poderão construir e trocar saberes e conhecimentos de forma colaborativa. Conta com recursos interativos como comunidades temáticas, fóruns, blogs, agendas, enquetes, álbuns de fotos e muito mais, além de acesso a conteúdos digitais livres das diversas áreas do conhecimento como vídeos, jogos. Ela já vem sendo utilizada por professores dos Núcleos de Tecnologia Educacional - NTE e dos projetos estruturantes da Secretaria da Educação.

O Projeto dos Tablets Educacionais é uma proposta de modernização tecnológica da educação, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE e integra o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo), do Ministério da Educação, com investimento dos governo Estaduais. O objetivo da ação é o uso cotidiano dos tablets, ampliando a atividade do educador para facilitar o caminho rumo à aprendizagem, bem como promover a inclusão social dos professores e educando. Serão 600 mil tablets distribuídos para professores do Ensino Médio da rede pública de educação.

"Além de se tratar de um rico momento de troca de experiências práticas e de estudos relacionados à Mobilidade e Mídias digitais nas Escolas, e de contar com a participação de importantes pesquisadores da área, o seminário marca o lançamento de duas grandes ações da Secretaria da Educação do Estado da Bahia visando estimular o uso das tecnologias nas escolas públicas”, explicou Yuri Wanderley.

Segundo Rodrigo Aragão, um dos focos do evento é discutir políticas públicas voltadas para práticas pedagógicas com mobilidade digital. “Este é um tema recente que tem suscitado um rico debate acadêmico e no âmbito das políticas públicas para a educação no Brasil e no mundo. Em alinhamento com a política nacional, a Secretaria de Educação da Bahia, através dos NTE, está construindo um plano de formação para o uso dos tablets educacionais nas escolas de ensino médio da rede estadual", contou o diretor.

A videoconferência é destinada a professores, gestores, pesquisadores e demais interessados no assunto e será transmitida para as salas de videoconferência no interior da Bahia e pela internet através do Portal da Educação.



Fonte: SEC - BA
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