domingo, 25 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Inscrições para curso de inglês nas férias vão até esta quarta-feira


Para os interessados em aproveitar as férias e aprender um novo idioma, uma boa opção são os cursos da Associação dos Ex-Alunos (Unex) da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), que está com inscrições abertas para as novas turmas de inglês até hoje, quarta-feira (21).

Os interessados devem realizar inscrições na sede da Unex, no Campus I, bairro do Cabula, em Salvador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h. É necessário que o candidato apresente cópia da identidade e faça o pagamento da taxa de R$ 250 (à vista) ou R$ 265 (parcelado no cartão de crédito).

As aulas acontecem de 9 de janeiro a 1° de fevereiro, de segunda a sexta-feira, nos turnos vespertino e noturno, na sede da entidade no Campus I ou no curso de idiomas Contemporânea, parceiro da Unex, com sede no bairro do Garcia, também na capital. A carga total é de 45 horas-aula. 





Fonte: AGECOM - Bahia

Estudo mostra que geração digital não sabe pesquisar






Há pouco tempo, quando os alunos eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição com apenas um clique.

Mas, o que deveria ser um avanço acabou resultando em retrocesso, segundo um estudo americano que aponta que a geração digital não sabe pesquisar. Na investigação realizada na Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem realizar uma pesquisa de forma efetiva. Conforme os resultados, o grande inimigo está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de informação, por exemplo.

No estudo, os pesquisadores pediram que um grupo de universitários respondesse a um questionário utilizando a internet como meio de pesquisa. Para testar os participantes, foram colocadas intencionalmente informações erradas nos primeiros resultados das buscas realizadas pelos estudantes. Como previsto, os alunos basearam-se nos primeiros links e erraram todas as questões.

O trabalho revelou uma realidade lamentável: os estudantes da era digital se contentam com informações rápidas, sem se importar com procedência e fidelidade. Para José Moran, professor aposentado de Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância na Universidade de Anhanguera (Uniderp), o fato é consequência de uma geração que cresceu com computadores e está acostumada com informações em 140 caracteres. Contudo, Moran acredita que o fato não se restringe somente a crianças e adolescentes.

“A internet deixou as pessoas em geral mais acomodadas. Adultos também cometem erros ao realizarem pesquisas online”, diz. Por isso, o professor acredita que um dos papéis da escola, atualmente, deve ser o de ensinar metodologias de pesquisa desde cedo. “Os educadores pedem tema de estudo, mas não ensinam metodologias”, afirma.

Outra pesquisa americana também comprova que jovens da geração digital não se preocupam com a procedência de suas fontes de estudo. Realizada pela Universidade Northwestern (EUA), a pesquisa pedia que 102 adolescentes do Ensino Médio buscassem o significado de diversos termos na internet. Todos tiveram sucesso nas respostas, mas nenhum soube informar quais foram os sites utilizados. “Os jovens confiam demais na internet”, destaca o diretor de Educação a Distância da Uniderp.




Ensino de pesquisa na internet

Na Escola de Educação Básica Rocha Pombo, em São Joaquim (SC), o projeto “Ensinando a fazer pesquisas na internet” foi implantado nas turmas de 4º série. Elaborado pelo professor de informática Francisco Mondadori Junior, o projeto tem como objetivo trabalhar o conceito de pesquisa desde cedo, pois assim os estudantes chegam ao Ensino Médio sabendo utilizar as barras de pesquisa a seu favor.

O trabalho consiste em um questionário em que os alunos devem apontar suas áreas de interesse e pesquisar sobre esses assuntos. “Sugerimos a pesquisa na internet, no Google, digitando as palavras-chave das atividades que mais gostam. Cada aluno faz a sua pesquisa, procurando o site mais interessante”, explica, dizendo que os pequenos são auxiliados por professores que também ensinam a importância de utilizar fontes de informação confiáveis.

Professor do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) das escolas estaduais de São Joaquim (SC), Mondadori Junior conta que o ensino da pesquisa científica e escolar é uma das preocupações do núcleo, que procuram criar atividades lúdicas e divertidas para trabalhar o conceito em sala. “Em minha opinião deveria existir uma disciplina só para isso nas escolas”, opina, dizendo que percebe, cada vez mais, a dificuldade dos alunos em realizar trabalhos de pesquisa. “Eles se contentam com os primeiros links”, diz, destacando que é comum ouvir frases como “achei no Google”.

Mondadori Junior defende a postura adotada por algumas escolas e educadores de não permitir o uso da internet como fonte de pesquisa. “É interessante proibir só no início, pois assim o estudante descobre que existem outras possibilidades de estudo, e não somente o meio virtual”, explica. José Moran discorda: “Isso resulta em um estudante que usa livros na escola, e a internet em casa”, sentencia, ressaltando que as dificuldades continuariam existindo. “Um dia esse aluno vai poder usar a internet para pesquisar, e então vai fazer de forma errada, pois não aprendeu na escola”, completa.

Em mais de 20 anos de docência, Moran afirma que nunca deixou de trabalhar metodologias de pesquisa com seus alunos, seja no ensino fundamental ou no superior. “Sempre que eu passo trabalhos, especifico o tipo de pesquisa que eu quero, e ainda vejo com os estudantes algumas possibilidades mostradas pelo Google”, diz, afirmando que ainda compara links e aponta informações que podem estar equivocadas. “Com isso, o jovem passa a desconfiar da internet, pois cria a consciência de que nem tudo que está no meio online é verdadeiro”, conclui.

Na Escola Nossa Senhora das Graças, em São Paulo, a preocupação com o ensino de pesquisa na internet começou em 2009. Os educadores do colégio viram a necessidade de criar uma estrutura online que pudesse auxiliar os estudantes nos trabalhos escolares. Por isso, foi criado o “Caminhos de pesquisa na internet”, uma ferramenta virtual que discute alguns critérios de pesquisa e avaliação das informações. Além dos professores deixarem dicas de endereços confiáveis, os alunos podem postar informações retiradas de sites para que os docentes possam avaliar sua veracidade.

Apesar de achar a solução interessante, Moran alerta que nem sempre os alunos terão uma ferramenta escolar a sua disposição. “A escola precisa ensinar os estudantes a caminharem sozinhos e terem noções críticas de fontes de pesquisa”, opina.






Fonte: Terra

Educadores temem Mercadante no Ministério da Educação


0 ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, discursa durante evento da SBPC em Goiás
Antônio Cruz/ABr
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, discursa durante evento da SBPC em Goiás



O nome de Aloizio Mercadante para o MEC causa apreensão em dirigentes da educação básica, mas tem boa receptividade entre reitores de universidades federais, que têm bom diálogo com ele em sua atual função de ministro da Ciência e Tecnologia, informa reportagem de Antônio Gois, publicada na Folha desta terça-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O "Painel" da Folha informou ontem que a presidente Dilma Rousseff escolheu Mercadante como sucessor de Fernando Haddad, que deixará o cargo para disputar a Prefeitura de São Paulo.

A preocupação é que um ministro originário da pasta de Ciência e Tecnologia dê prioridade ao ensino superior, em detrimento aos investimentos no ensino básico.

Alguns posicionamentos de Mercadante, por exemplo, causam apreensão no setor. Na sua campanha ao governo de São Paulo, em 2010, o ministro foi favorável ao fim do que ele chamou de aprovação automática. O Ministério da Educação, no entanto, é favorável ao sistema nas séries iniciais do ensino fundamental, para dar mais tempo para o aluno aprender antes de ser reprovado precocemente.





Fonte: Folha

Brasil perde 900 mil matrículas na rede pública entre 2010 e 2011

Dados finais do Censo Escolar 2011 foram publicados no 'Diário Oficial'.

 

Segundo o Inep, os dados referentes à rede particular sairão em 2012.



O Brasil teve 42.054.071 estudantes matriculados na rede pública de educação básica - estadual e municipal - em 2011, segundo dados do Censo Escolar publicados nesta segunda-feira (19) no "Diário Oficial da União". O número de matrículas caiu 2,17% em comparação com 2010. A redução foi de mais de 900 mil matrículas.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), há cerca de cinco anos o número de matrículas vem caindo, mas o motivo se deve à crescente rigorosidade na metodologia do censo. A partir de 2006 e 2007, o ministério digitalizou a apuração das informações junto às escolas. Isso permite que sejam eliminadas as matrículas duplicadas por diversos motivos, como, por exemplo, a de um aluno que começou uma série em uma escola, mas foi transferido para outra no decorrer do ano letivo.

Os dados do "Diário Oficial" se referem à matrícula inicial em educação infantil (creches e pré-escola), ensino fundamental, ensino médio, educação de jovens e adultos (EJA) e o sistema de educação especial.

Os números referentes às matrículas na rede básica particular, segundo a assessoria de imprensa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), serão divulgados em 2012.
 
 




MATRÍCULAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA EM 2011 (REDES ESTADUAIS E MUNICIPAIS)

ENSINO REGULAR
Educação Infantil4.987.630
Ensino Fundamental25.814.379
Ensino Médio7.233.372
Educação de Jovens e Adultos3.434.656


TOTAL (ENSINO REGULAR)


41.469.947


Educação Infantil36.393
Ensino Fundamental466.506
Ensino Médio30.879
Educação de Jovens e Adultos50.346
TOTAL (EDUCAÇÃO ESPECIAL)584.124


TOTAL DE MATRÍCULAS


42.054.071



Fonte: Inep/MEC



Ensino regular


O EJA sofreu a maior redução porcentual do ano entre as modalidades do ensino regular (que não inclui a educação especial). O número de jovens e adultos cursando a educação básica caiu mais de 200 mil, o que representa uma queda de 5,7% entre 2010 e 2011.

Em números absolutos, porém, a maioria das matrículas perdidas estão no ensino fundamental: em 2011, a rede pública teve cerca de 860 mil alunos a menos que no ano anterior. A queda porcentual foi de 3,2%.

Apenas a educação infantil apontou ligeiro aumento de matrículas, de 1,8%. Em 2011, 4.987.630 crianças entre 0 e 6 anos estavam matriculadas na rede pública, 27,5% delas em creches e 72,5% na pré-escola. O número foi cerca de 90 mil a mais que em 2010.

As matrículas no ensino médio permaneceram quase iguais, com queda de 0,13%.



Educação especial


A educação para alunos com necessidades especiais, porém, cresceu em média 10,5% no último ano. Foram mais de 55 mil novas matrículas em escolas e classes especiais e inclusivas.

Só no ensino fundamental, o número aumentou em 45 mil. No ensino médio, as cerca de 5 mil matrículas a mais representaram a maior variação porcentual: 19,8%.

O EJA para alunos especiais viu o número de matrículas subir 11,6%.



Rede particular e educação superior

De acordo com a assessoria de imprensa do Inep, os dados do Censo Escolar 2011 serão finalizados no ano que vem. As informações publicadas no "Diário Oficial" nesta segunda-feira não incluem as matriculas na rede particular, na educação superior e nas escolas federais.

Ainda de acordo com o órgão, os números divulgados nesta segunda servem como base para que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) possa calcular os repasses de verbas para cada município brasileiro.






Fonte: G1

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Pacto com Municípios pode ajudar a alcançar as Metas do Milênio

 


 
 
“O ensino fundamental já está praticamente universalizado na Bahia. O desafio é melhorar a qualidade da educação”, afirmou nesta segunda-feira (19/12) o secretário da Educação do Estado da Bahia, Osvaldo Barreto, durante o Seminário de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio na Bahia, promovido pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

O evento contou, também, com as presenças dos secretários estaduais do Planejamento, Zezéu Ribeiro, de Desenvolvimento Social e Combate a Pobreza, Carlos Brasileiro, e de Promoção da Igualdade, Elias Sampaio.




Segundo o secretário Osvaldo Barreto, o Governo da Bahia vem desenvolvendo projetos estruturantes na área educacional que contribuem para alcançar as Metas do Milênio, ressaltando a parceria com as prefeituras para assegurar a educação para as crianças na base de sua formação. Para isso, a Secretaria da Educação do Estado firmou o Pacto com Municípios para garantir a alfabetização com letramento até os oito anos de idade. Até o momento, 329 prefeituras já aderiram ao Pacto, o que representa o atendimento, em 2012, a mais de 345 mil estudantes em 11.770 escolas.

Além disso, o secretário pontuou a parceria do Governo da Bahia com os municípios também para ampliação do ensino médio, seja com mais recursos para o transporte escolar como para atender aos estudantes no campo, neste Estado, que tem a maior população rural do país. Uma das formas de atendimento, referência nacional, é o Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (EMITec), que beneficiou, em 2011, a mais de 14 mil estudantes em 400 salas conectadas em localidades de difícil acesso na zona rural de 155 municípios.






Fonte: Secretaria de Educação da Bahia

Dilma decide pôr Mercadante na Educação no lugar de Haddad

 





Dilma Rousseff decidiu colocar Aloizio Mercadante no lugar de Fernando Haddad quando este deixar o Ministério da Educação para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PT. A substituição deverá ocorrer em breve.

A presidente chegou a analisar a possibilidade de uma sucessão caseira, promovendo um dos quadros da atual cúpula do MEC, mas concluiu que o ex-senador petista, hoje ministro de Ciência e Tecnologia, é uma solução de mais peso para uma área que ela considera estratégica. Desde o início do governo, Mercadante tem se mantido distante de refregas partidárias e concentrado nos assuntos de sua pasta.


Marco

Mercadante sempre esteve bem com Dilma, mas foi a partir da saída de Antonio Palocci da Casa Civil, em junho, que seu trânsito aumentou significativamente dentro do governo.


Hiato

Uma vez fora do ministério, Haddad deve tirar duas semanas de descanso antes de mergulhar nas atividades de pré-campanha.







Fonte: Folha de S. Paulo
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