terça-feira, 22 de novembro de 2011

4º Face acontece na quinta (24) na Concha Acústica

Mais de 1 milhão de estudantes das escolas da rede estadual participaram ativamente do 4º Festival Anual da Canção Estudantil (Face), projeto da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, que agora chega à etapa final com 15 canções selecionadas, que serão apresentadas por seus autores e intérpretes em grande evento no dia 24 de novembro (quinta-feira), a partir das 17h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Os 23 estudantes selecionados, vindos de vários municípios do Estado, já estão em Salvador participando de oficinas de preparação para o dia do show.

O melhor intérprete masculino e a melhor feminina, além dos autores das três canções vencedoras, vão receber instrumentos musicais. No show, vai ser gravado um DVD ao vivo da apresentação e todas as 15 canções também serão registradas em um CD, que serão utilizados como material didático na rede escolar. Neste ano, participa do evento a banda Pirigulino Babilake. A direção musical é de Luciano Bahia.

A iniciativa acontece durante todo o ano letivo e tem a sua culminância neste evento. O projeto possui natureza educativa, artística e cultural e, entre outros objetivos, promove o desenvolvimento das diversas expressões no currículo escolar e a arte musical nas escolas.

“O Face desenvolve os saberes artísticos, musicais e a musicalidade baiana. A Bahia é um estado que já canta a sua alma e estes estudantes eternizam estas práticas artísticas. Eles se inspiram em artistas e compositores consagrados, revelando as distintas faces do mundo e as suas próprias”, diz Nide Nobre, coordenadora de Projetos Intersetoriais da Secretaria da Educação do Estado da Bahia.

Vale registrar que o Face foi implantado como política cultural na rede estadual desde 2008, junto com os projetos Tempos de Artes Literárias (TAL) e  Artes Visuais Estudantis (AVE). Os três têm a participação de estudantes de praticamente todas as escolas e apresentam, ao final, o DVD e a publicação Cancioneiro Estudantil (canções do Face), o livro Poética Estudantil (obras literárias do TAL) e o Catálogo Estudantil (obras de arte do AVE). As publicações anualmente são incorporadas à dinâmica escolar como material didático para dar uma nova ressignificação à educação, incluindo os educandos como sujeitos de produção de conhecimento.





Secretaria realiza Avalie Ensino Médio e Avalie Alfa


Acompanhar a evolução do rendimento dos estudantes é fundamental para formular políticas educacionais e melhorar a qualidade da educação. É nessa perspectiva que a Secretaria da Educação do Estado da Bahia realiza a segunda edição do Avalie Ensino Médio, nos dias 23, 24 e 25 de novembro, e estreou o Avalie Alfa nos dias 21 e 22 de novembro. A proposta é que se consolide, na rede de ensino, a cultura de avaliação e que os resultados sirvam de referência para os profissionais de educação, estudantes e seus familiares.

“O Avalie Alfa é o ponto de partida para a identificação de novas informações sobre a alfabetização e para o desenvolvimento de propostas pedagógicas dos municípios, em parceria com o Estado, para a melhoria da qualidade da alfabetização”, ressalta a coordenadora de Avaliação da Secretaria Estadual da Educação, Fátima Medeiros. Já o Avalie Ensino Médio, ampliado em sua segunda edição, “vai proporcionar à rede estadual um diagnóstico mais fiel sobre o perfil e desempenho dos estudantes para subsidiar os gestores na definição de novas propostas para o ensino médio”.

A novidade do Avalie Ensino Médio, este ano, revela a coordenadora, é a produção de revistas pedagógicas com os resultados da avaliação comentados por especialistas e ainda a formação de professores.


Avalie Ensino Médio

Maior estudo longitudinal do país, realizado anualmente, o Avalie Ensino Médio é um projeto pioneiro da Secretaria da Educação para acompanhar o rendimento dos estudantes das escolas de ensino médio. Este ano, serão avaliados 220 mil estudantes, distribuídos em 1.090 escolas e 414 municípios.

O sistema consiste na aplicação de provas objetivas, organizadas por áreas do conhecimento, e produção textual, além de questionários sociocontextuais que serão aplicados aos estudantes, professores e gestores. A avaliação acompanhará os estudantes ao longo das três séries do Ensino Médio Regular, além dos alunos da Educação Profissional Integrada ao Ensino Médio.

As provas serão aplicadas por três horas, nos três turnos de funcionamento da escola, aos estudantes da 1ª série do Ensino Médio Regular e da 2ª série da Educação Profissional Integrada ao Ensino Médio, professores das turmas avaliadas e gestores das unidades escolares estaduais.

Serão avaliadas as competências e habilidades construídas pelos estudantes nas áreas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Os resultados serão divulgados por meio de boletins individuais para os alunos e relatórios técnicos-pedagógicos para cada escola, Diretoria Regional de Educação (Direc) e Órgão Central.


Avalie Alfa

Criado para identificar a realidade do processo de alfabetização das crianças, permitindo a definição de políticas públicas adequadas a cada região do Estado, o Avalie Alfa estreia com a participação de 300 mil estudantes  do 2º ano do ensino fundamental, das escolas públicas estaduais e das escolas dos 217 municípios que aderiram ao Pacto com Municípios. A avaliação vai possibilitar o diagnóstico dos níveis de alfabetização das crianças, ação necessária aos professores e gestores, envolvidos com o programa Todos pela Escola, que tem dentre os seus compromissos a alfabetização das crianças de até oito anos de idade.  Até 2014, o Avalie Alfa vai avaliar os estudantes de 100% dos municpipios que aderiram ao Pacto.

Os participantes responderão a um questionário sociocontextual com a finalidade de identificar fatores relacionados ao desempenho escolar dos alunos. Serão avaliadas as competências e habilidades construídas pelos estudantes nas áreas de Língua Portuguesa – leitura e escrita - e Matemática. O objetivo é subsidiar as escolas estaduais e redes de ensino municipais com informações para a tomada de decisão pelos gestores e intervenções  na prática pedagógica.

As provas serão aplicadas por professores externos à escola e os resultados serão divulgados por meio de relatórios técnicos e pedagógicos para o Órgão Central, secretarias municipais de educação, Direc e para as escolas participantes.






segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Analfabetismo ainda atinge 28% da população com mais de 15 anos no Nordeste

Embora a taxa de analfabetismo na população com 15 anos ou mais de idade tenha caído de 13,63% em 2000 para 9,6% em 2010 na média do país, nas menores cidades do Nordeste, com até 50 mil habitantes, ela ainda atinge 28% das pessoas nessa faixa etária. Além disso, nesses municípios a proporção de idosos que não sabiam ler e escrever chegava a 60%.

Segundo dados dos Indicadores Sociais Municipais do Censo Demográfico 2010, divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no caso do analfabetismo de jovens, a situação da Região Nordeste também é preocupante. Enquanto na média do país a proporção de adolescentes e jovens que não sabiam ler e escrever atingia 2,5%, no Nordeste era quase o dobro (4,9%), com pouco mais de 500 mil pessoas nessa faixa etária. Na Região Sul o percentual era de 1,1% e na Sudeste, de 1,5%.

Entre jovens e adultos, o levantamento revela que em 1.304 municípios a taxa de analfabetismo era igual ou superior a 25%. Entre eles, 32 não contavam com o programa Educação de Jovens e Adultos (EJA). A maioria está localizada no Nordeste, tendo sido a pior situação observada em João Dias (RN), onde 38,9% das pessoas com 15 anos ou mais não sabem ler e escrever. Em seguida, aparecem Monte Santo (BA), com 35,6%, e São Brás (AL), com 34,7%. No Norte, três municípios aparecem na lista, todos em Tocantins: Ponte Alta do Bom Jesus (25,2%), Mateiros (26,4%) e Centenário (28,6%). O Sudeste concentrava quatro deles, localizados em Minas Gerais. São eles: Miravânia (26,0%), Frei Gaspar (28,5%), Bertópolis (29,6%) e Santa Helena de Minas (31,7%).

O levantamento também evidenciou as diferenças em termos de alfabetização nos resultados segundo cor ou raça. Enquanto entre os brancos, o percentual de analfabetos para pessoas com 15 anos ou mais era de 5,9%, entre os pretos atingiu 14,4% e entre os pardos, 13%.




 

Fonte: Agência Brasil

Estudo aponta que alunos da rede pública têm, em média, duas horas de aula por dia

Dados mostram que tempo usado para estudos em casa é o mesmo que nas escolas



Um estudo feito pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) em parceria com o Instituto Unibanco revelou que os adolescentes que cursam ensino médio em instituições de ensino públicas de São Paulo têm, em média, apenas uma hora e 45 minutos de estudo na escola por dia.  A duração de um dia letivo é, normalmente, de quatro horas.

A pesquisa, que entrevistou alunos de 36 turmas de 18 escolas de três grandes regiões metropolitanas, foi apresentada nesta quinta-feira (17). As regiões onde o estudo foi feito não foram reveladas.

As escolas foram divididas em três categorias, de acordo com o nível de oportunidade de ensinar, nos quais o grupo 1 representa as instituições de ensino que têm carga horária de 83% de seus potenciais de capacidade total, enquanto no grupo 3 estão os colégios que usam somente 58% de seus potenciais letivos.

De acordo com o levantamento, os estudantes que cursam ensino médio em uma escola do grupo 1 estudam, em média, duas horas e 13 minutos por dia na escola, enquanto usam uma hora e cinco minutos de seu dia para se dedicarem à alguma atividade relacionada aos estudos, como a realização da lição de casa ou de algum trabalho ou a leitura de um livro.

No grupo 2, os alunos têm cerca de uma hora e 44 minutos diários de estudo na escola, enquanto reservam uma hora e três minutos para as atividades relacionadas à educação em casa. Já no grupo 3, o tempo dedicado às atividades escolares é quase o mesmo: uma hora e 17 minutos na escola e uma hora e dez minutos no restante do tempo.

Apesar do pouco tempo dedicado à educação, 86% dos entrevistados afirmaram que pretendem continuar os estudos e cursar uma faculdade.





Fonte: R7

MEC divulga regras para edição de 2012 do Projovem Urbano





O Diário Oficial da União publicou, na última quinta-feira (10), as regras para a edição de 2012 do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem Urbano), programa do governo federal que oferece cursos a jovens de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental. A partir da próxima edição, o Projovem Urbano passa a ser administrado pelo Ministério da Educação, e não mais a Presidência da República.

Por meio do programa, o governo federal transfere recursos aos governos estaduais, ao Distrito Federal e a municípios com mais de 100 mil habitantes para a implantação de cursos de formação no ensino fundamental, iniciação profissional e aulas de informática.

Em 2012, serão repassados entre R$ 165 e R$ 170 por aluno matriculado nas instituições. Os repasses são feitos em três parcelas, a primeira de acordo com a meta de matrículas estimada no plano de cada órgão que aderir ao programa, e as demais com base no número efetivo de alunos matriculados e que frequentem os cursos.

Segundo informações do site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), neste ano pelo menos R$ 22 milhões foram repassados ao programa. Em 2011, o montanto chegou a R$ 80 milhões e, em 2009, foi de pelo menos R$ 44 milhões.





Fonte: G1

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Estudantes com deficiência mostraram seus talentos em festival
















Um dia de cultura e lazer para cerca de mil jovens da rede estadual de ensino, entidades conveniadas com a Secretaria da Educação do Estado e Centros de Educação Especial. Eles participaram da segunda edição do Festival de Talentos de Pessoas com Deficiência, realizado nesta quarta-feira (16/11), no Sesc – Piatã.

O espaço ao ar livre foi um estímulo para o espírito competitivo aflorar entre os estudantes envolvidos nas diversas modalidades artísticas e esportivas disputadas: futebol, natação, xadrez, dança, teatro e música.
“O Festival de Talentos será ampliado em 2012 para todo o estado, contemplando outras regiões e mantendo a proposta de promover a inclusão socioeducacional de educandos com e sem deficiência”, anunciou o coordenador de Educação Especial da Secretaria da Educação, João Prazeres, durante o evento. Por meio do esporte e da arte, completou, as individualidades e especificidade de cada um são valorizadas, sempre respeitando seus limites e possibilidades.
Promovido pela Secretaria da Educação do Estado, o festival contou com a participação de cerca de 30 instituições e colégios estaduais. A abertura do evento ficou por conta de Marcus Welber, deficiente visual, que entoou o Hino Nacional, sob os aplausos da plateia. Representantes de entidades, como o presidente da Federação Baiana de Desporto e Participação, Audival Junior, discursaram para o público sobre a importância de incentivar os esportes.
“Sou ator” – João Ulisses Bahia, 30 anos, com síndrome de down, mostrou seu talento na roda de capoeira e provou que seus interesses não param por aí. “Também faço natação, corrida e sou ator”, disse ele, orgulhoso de ter feito participação na torcida organizada do filme Bahêa Minha Vida e declarado para as câmaras seu amor pelo time. Na APAE, onde estuda, é integrante da Companhia de Teatro Opaxorô. “João é um artista e tanto, muito talentoso”, elogiou seu professor de educação física, Diego Brito de Moraes.
A estudante Fabiane Macedo da Silva, 20 anos, da Escola Ressureição, em Simões Filho, por sua vez, mostrou suas habilidades com os movimentos corporais. “Adoro dançar, mexer o corpo. Gosto também das aulas de educação física”, disse a jovem, sob o olhar atento da colega Lisiani dos Santos, 13 anos, que, utilizando a Língua Brasileira de Sinais (Libra), também quis manifestar seu prazer com a dança. “Me sinto muito bem dançando”, revelou, entre gestos.















Futebol de 5 – Craques da modalidade futebol de cinco, os deficientes visuais Selmir Nascimento, 33 anos, Tarcis Bruno Casal, 21 anos, e Tiago Santos, 20 anos, eram só entusiasmo com a bola. “É muito interessante participar de um evento que reúne várias pessoas, portadoras de diferentes deficiências e isso é uma forma de nos integrarmos socialmente. Nós, por exemplo, temos uma equipe forte, somos tricampeões brasileiros”, registrou Selmir que, desde os 13 anos, quando perdeu a visão em um acidente com fogos de artifício, se interessa por futebol.


“Estou achando esse evento um incentivo muito importante do governo porque é com esse tipo de atividade que novos talentos são revelados”, completou Tarcis, aluno do colégio Iceia, em Salvador. O colega Tiago também opinou: “Acho esse festival muito interessante porque mostra a capacidade das pessoas que têm deficiências. Eu mesmo faço música e jogo futebol. Fui até zagueiro revelação do campeonato que participei em Brasília, em 2009”.






Fonte: Secretaria de Educação da Bahia

Escolas de 51 municípios realizam eleição para escolha dos seus dirigentes

 
 
 
A comunidade escolar do Colégio Estadual da Bahia (Central), em Salvador, participou ativamente do segundo dia da eleição para dirigentes escolares na rede estadual de educação. O pleito transcorreu normalmente nesta quinta-feira (17) nas escolas estaduais de 51 municípios, incluindo a capital, região metropolitana, Feira de Santana e Alagoinhas.

O secretário da Educação do Estado, Osvaldo Barreto, esteve pela manhã no Colégio Central e conferiu de perto a mobilização de estudantes, pais e professores para eleger diretores e vice-diretores. Ele reforçou a importância da eleição para a melhoria da qualidade do ensino na escola pública. “A eleição para dirigentes é um processo democrático que fortalece a escola pública, melhorando a qualidade do ensino. Este é sempre o nosso foco - garantir a todos os estudantes o direito de aprender.

A aluna Aline Oliveira Silva, 15 anos, disse que analisou com cuidado as propostas dos candidatos. “Nós, que estudamos na escola, sabemos quais são as nossas necessidades. Por isso, é importante saber das propostas para escolher bem. Acho muito importante participar de todo esse processo a fim de que a nossa educação melhore sempre”.

Familiares também participaram da eleição. “Minha filha fez questão que eu estivesse aqui na escola votando. Gosto de acompanhar a educação dela e considero este momento de eleição muito importante. Os alunos só têm a ganhar”, afirmou Maria Aparecida Moreira.



Cidadania 

O presidente da APLB Sindicato, Rui Oliveira, também votou no Colégio Central e comentou sobre o processo eleitoral. “Nós estamos vivendo um fato histórico, um exercício da cidadania. Por muitos anos não tivemos eleições para dirigentes. Queremos preservar esse direito”.

As eleições prosseguem na próxima segunda-feira (21), nos municípios do Polo 2, abrangendo Jequié, Juazeiro, Jacobina, Piritiba, Itaberaba, Brumado, Vitória da Conquista, Irecê, Ibotirama, Macaúbas, Caetité, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Seabra, Senhor do Bonfim e Guanambi.

Podem votar alunos acima de 12 anos, pais ou responsáveis, professores e servidores das escolas. Os pais que têm filhos em diferentes escolas públicas estaduais podem votar em mais de uma unidade escolar.

Após a eleição da equipe gestora, os estudantes, professores e Colegiado Escolar podem acompanhar o trabalho por meio da execução do plano de gestão. Se os dirigentes eleitos não cumprirem o plano proposto na campanha, o Colegiado poderá intervir e recomendar a destituição de tais dirigentes para os cargos assumidos.

Ouça aqui:







Fonte: AGECOM - Bahia
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