segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Estudantes selecionados para o Parlamento Jovem embarcam para Brasília





Os seis estudantes que representarão a Bahia no Parlamento Jovem 2011 embarcam para Brasília no domingo (25). De segunda-feira (26) até sexta-feira (30), os jovens deputados vão conhecer o processo legislativo brasileiro e terão a chance de defender seus projetos, quando simularão a rotina de trabalho dos parlamentares, de acordo com o regimento interno da Câmara.
Na bagagem, além do projeto de lei, o estudante Artur Alves da Silva, de 16 anos, leva a expectativa de trabalhar como deputado na capital brasileira. Artur, que é estudante do Educandário Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, em Senhor do Bonfim, diz que o programa é fundamental para que os jovens brasileiros conheçam o funcionamento do trabalho legislativo.
O projeto de lei de Artur dispõe sobre o uso obrigatório de papel reciclado nas escolas públicas. “É uma preocupação com o meio ambiente e, também, com a saúde do trabalhador e da comunidade, já que para deixar o papel branco, são utilizados muitos produtos tóxicos”, afirma Artur, lembrando que a pauta ainda coloca a preocupação com o meio ambiente no dia a dia da escola.
Dos projetos escolhidos, mais da metade trata de assuntos ligados à educação. Inclusão de disciplinas à grade escolar do ensino público, a exemplo de empreendedorismo, ciência política e direito do consumidor e instituição de medidas de combate ao bullying, foram as propostas mais recorrentes.
Temas como segurança, saúde, meio ambiente e mercado de trabalho também foram abordados. Outro assunto bem repercutido entre os candidatos foi a questão do modelo energético do país, com a sugestão de utilização de matrizes energéticas alternativas a partir da instalação de painéis de luz solar nas escolas públicas e nas casas de pessoas de baixa renda.


Estudantes baianos selecionados:

Artur Alves da Silva - Educandário Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, em Senhor do Bonfim
Projeto que dispõe sobre o uso obrigatório de papel reciclado nas escolas públicas.

David da Silva Muricy Guirra
Projeto sobre a obrigatoriedade de utilização de detectores de metais nas escolas públicas e privadas no território nacional.

David Fialho Santos
Projeto que propõe destinar 7% do Produto Interno Bruto (PIB) para os programas nacionais de promoção da saúde e assistência populacional.

Elder Gomes Pereira
Projeto que estabelece que alunos das escolas públicas brasileiras, com menor rendimento escolar, tenham atendimento educacional psicopedagógico especializado, gratuito e obrigatório.

Paloma Fonseca Martins Reis
Projeto que dispõe sobre a isenção tributária de protetores e bloqueadores solares e a oferta gratuita desse material para pessoas albinas comprovadamente pobres.

Víctor Hugo de Oliveira Ribeiro
Projeto que acrescenta dispositivo à Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece diretrizes e bases da educação nacional.
Parabéns, Artur e a todos os estudantes selecionados!!!

Frente Parlamentar da Educação discutirá o papel do professor

 
 
 
 
A Frente Parlamentar Mista da Educação realizará na quarta-feira (28) palestra para discutir os desafios do Brasil na educação para os próximos anos. O palestrante será o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), que vai abordar o papel do professor.

Chalita já publicou 54 livros; é doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, mestre em Direito e em Ciências Sociais. Foi ainda secretário de Educação do estado de São Paulo.

Para Chalita, a situação educacional brasileira não é boa porque o País demorou a priorizar essa área. Prova disso, segundo ele, é que o Brasil é uma das dez maiores potências econômicas do mundo, mas ocupa apenas a 70ª posição nas avaliações internacionais de educação.

O coordenador da frente, deputado Alex Canziani (PTB-PR), reforça que o objetivo dos debates promovidos pelo grupo é fazer com que o tema esteja sempre no foco dos parlamentares. “Nossa ideia é fazer com que o ensino seja discutido em todas as comissões”, afirma.

A palestra será realizada às 9 horas, no Plenário 12.
 
 
 
 
 

Audiência Pública sobre o PNE e Pronatec







Data: 27 de setembro

Local: Teatro Dante Barone, Assembléia Legislativa

Horário: 9h às 17h



Proposição da Deputada Estadual Ana Affonso e Deputado Federal Ronaldo Zulke, por meio das comissões de Educação da Assembléia Legislativa e Câmara Federal.






Fonte: Primeira Infância

Hoje é dia dos surdos.

 5 perguntas e respostas sobre inclusão de alunos surdos



 

Respondemos a cinco dúvidas comuns sobre os programas governamentais e a oferta de materiais de apoio para incluir os alunos com deficiência auditiva nas turmas regulares




1. Toda escola deve ter um intérprete de Libras?

Qualquer escola que tiver alunos com deficiência auditiva nas classes regulares tem o direito a um intérprete de Libras. Caso você tenha apenas um aluno surdo matriculado, procure outras escolas da região e monte um pequeno grupo de estudantes que possam receber o atendimento de um profissional no contraturno. Isso facilita o trabalho das Secretarias de Educação, que cadastram intérpretes anualmente, mas ainda não conseguem atender à procura das instituições de ensino.

Outro profissional importante nesse processo é o instrutor surdo - um profissional com deficiência auditiva que atua na escola e ensina a língua de sinais para os alunos surdos e, eventualmente, para os ouvintes também.
2. Como esses intérpretes são formados?

Quase 700 cursos superiores em Pedagogia, mais de 50 cursos de Fonoaudiologia e cerca de 400 cursos de Letras oferecem disciplinas de Libras em suas grades curriculares. Mas, para ser um intérprete oficialmente cadastrado é preciso passar pelo programa nacional de certificação de intérpretes, o Prolibras, coordenado pelo MEC.

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) abre uma chamada pública para recrutar instituições públicas de ensino superior que possam aplicar o exame de proficiência em Libras aos interessados. Nos últimos anos, a instituição responsável é a Universidade de Santa Catarina. A partir de 2011, o Prolibras deve ser executado pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).

A prova prática de proficiência engloba uma apresentação pessoal do candidato em Libras e outra apresentação a respeito de um tema determinado pela comissão de avaliação. O candidato também precisa mostrar como executaria um plano de aula entregue pelos avaliadores, detalhando as estratégias, a metodologia e os recursos didáticos empregados. Todos são avaliados sob dois aspectos principais: a fluência em Libras e a competência metodológica para que este intérprete também saiba ensinar a língua de sinais a outras pessoas.

Há, também, os cursos oferecidos por entidades do terceiro setor e os realizados à distância, que não são contabilizados pelo Censo Escolar.
3. Como os gestores devem proceder para ter um intérprete na escola?

O gestor que recebe uma matrícula de um aluno com deficiência auditiva deve imediatamente procurar a Secretaria de Educação do Estado ou do Município, fazer um cadastro e comunicar as necessidades específicas daquele aluno. Com base nisso, os governos podem planejar melhor a distribuição de recursos dentro da rede.

Vale lembrar que todos os estados possuem os Centros de Capacitação dos Profissionais de Educação e de Apoio às Pessoas com Surdez (CAS), vinculados às Secretarias Estaduais de Educação. Esses Centros são encarregados pela realização de cursos de formação na área e são financiados com recursos do MEC e das Secretarias.
4. O que fazer quando a escola não possui intérpretes?

O primeiro passo é entrar em contato com as Secretarias de Educação para solicitar um intérprete e verificar quais os cursos disponíveis para a formação dos professores. Caso a escola ainda não tenha uma sala de recursos multidisciplinar, também é possível fazer esta solicitação através do Programa Escola Acessível, do Ministério da Educação, pelos telefones (61) 2104 -9258 e (61) 2104-8651.

O MEC também disponibiliza materiais de apoio e recursos didáticos para as escolas, que podem ajudar os professores não-intérpretes a flexibilizar as atividades para melhor atender aos alunos com deficiência auditiva. Mas, vale lembrar que a presença do intérprete é fundamental para garantir o avanço desses estudantes. Uma sugestão é reunir alunos com deficiência auditiva de diferentes escolas de uma região em um mesmo espaço no contraturno, para que sejam assistidos por um intérprete e um instrutor surdo.
5. Como é possível conseguir os materiais de apoio ao Atendimento Educacional Especializado?

Os estados, por meio das Secretarias de Educação, apresentam à Secretaria de Educação Especial do MEC planos de trabalho com os cursos de formação que desejam oferecer aos profissionais que trabalham no AEE da rede, o número de vagas que podem ser ofertadas, assim como uma listagem dos materiais que desejam encaminhar para as escolas. Assim, o Ministério pode distribuir da forma mais adequada possível os recursos financeiros disponíveis e os materiais didáticos e pedagógicos em formatos acessíveis (Libras).

Também é possível obter recursos do Fundeb para financiar o AEE, mas a administração desse financiamento fica a cargo da rede de ensino. Livros didáticos, DVDs literários e dicionários trilíngues (Libras/Português/Inglês) são disponibilizados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), através dos Programas Nacionais do Livro e enviados automaticamente para as escolas públicas com alunos surdos matriculados.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Uefs oferece 20 vagas para mestrado em educação

 
 
 
 
 
A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) inscreve de segunda-feira próxima (26) até o dia 10 de outubro, para o mestrado em educação. São oferecidas 20 vagas para portadores de diploma de nível superior em educação e afins, que desenvolvem ou pretendem desenvolver pesquisa na área de concentração ‘Educação, sociedade e culturas’.

Os interessados devem fazer a inscrição na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Educação da Uefs, no campus universitário, das 8h às 11h e das 14h às 17h. O procedimento para inscrição e outras informações como linhas de pesquisa estão no edital do mestrado, publicado no portal da Uefs, seção Editais. Outras informações pelo e-mail ppge.uefs@gmail.com.



 Ouça mais:

 







Aluno de 10 anos atira em professora e depois se mata em escola em SP

Professora baleada dentro de escola em São Caetano do Sul (Grande SP) foi socorrida pelo helicóptero Águia da PM; veja imagens
Adriano Lima/Fotoarena/Folhapress



Um aluno de 10 anos atirou contra uma professora e depois se matou, na tarde desta quinta-feira, na escola Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo).

De acordo com a prefeitura, D.M.N. --aluno do 4º ano-- disparou contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38, dentro da sala de aula, às 15h50. No momento do disparo, 25 alunos estavam na sala.

Em seguida, segundo informações da prefeitura, o aluno se retirou da sala de aula e disparou nele próprio, na cabeça. Ele usou um revólver calibre 38 do pai, que é guarda civil.

Segundo o secretário municipal de Segurança Pública, Moacyr Rodrigues, a arma é particular e não pertence à guarda.

Ambos foram socorridos com vida. O aluno foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, em São Caetano. Ele teve duas paradas cardíacas e morreu às 16h50, ainda de acordo com a prefeitura.

A professora foi socorrida pelo helicóptero Águia da PM. Ela recebeu os primeiros atendimento em um hospital na região e, depois, foi tranferida para o Hospital das Clínicas, em São Paulo. Seu estado de saúde é considerado estável. Ela não corre risco de morrer.

A escola --de ensino fundamental e médio da rede municipal-- fica na rua Capivari, na altura do número 500, no bairro Nova Gerty.







Fonte: Folha

Brasileiro é o 3º melhor do mundo na Olimpíada de Informática


O primeiro brasileiro a ganhar uma medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Informática foi premiado na tarde desta quinta-feira, em São Paulo. O estudante paraibano Felipe Abella Cavalcante Mendonça de Souza, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), recebeu um Ipad depois de ter ficado na terceira colocação geral da competição internacional, que ocorreu em julho, na Tailândia, e teve mais de 300 participantes. A medalha de ouro foi dada aos três primeiros colocados.

“Fiquei muito feliz por ser o primeiro brasileiro a conseguir essa medalha”, disse Felipe, de 18 anos, que mexe com programação desde os 11 anos de idade. Ele conta que pretende, agora, seguir carreira acadêmica, mas não descarta a hipótese de trabalhar para uma empresa privada.

Os outros três competidores da equipe brasileira conseguiram medalhas de bronze: Renato Ferreira Pinto Júnior (Colégio Objetivo, São Paulo), Caíque Porto Lira (Colégio Farias Brito, Fortaleza) e Marcos Massayuki Kawakami (Colégio Etapa, São Paulo).

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Paulo Cunha, o bom resultado do Brasil, que ficou à frente de países como Canadá, França e Reino Unido, mostra que o País está se destacando no cenário internacional da computação. “Temos alguns gargalos, é verdade, mas já houve melhoras e estamos bem posicionados quanto à produção de softwares, por exemplo”, afirmou.

A premiação foi ofererecida pela Fundação Carlos Chagas, entidade privada que organiza processos seletivos e realiza pesquisas na área de educação, que ajuda na organização da Olimpíada Brasileira de Computação.






Fonte: Estadão
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