terça-feira, 13 de março de 2012

Secretário recebe representante do governo canadense




O secretário da Educação do Estado da Bahia, Osvaldo Barreto, recebeu, no dia 2 de março, o representante do governo canadense, Tim Hopkins, para conhecer o trabalho desenvolvido na educação baiana e propor parcerias com o estado. "Há um espaço para caminharmos e desenvolvermos parcerias", destacou o secretário Osvaldo Barreto. Ele ressaltou, ainda, a importância de transferir tecnologias na área do ensino técnico. "Estamos abertos para essa discussão. O foco de colaboração que temos mais interesse é o ensino médio e a educação profissional", pontuou Osvaldo Barreto.

Já o representante do governo canadense falou da importância do estreitamento das relações entre a Bahia e o Canadá. "Farei um mapeamento dos interesses e necessidades e verei de que forma nosso país poderá colaborar", afirmou Tim Hopkins. Atualmente, o Estado já tem uma aproximação com o país através da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), que mantém um Núcleo de Estudos Canadenses.






Fonte: Secretaria de Educação da Bahia

Escolas públicas têm até 30 de março para aderir ao programa de educação integral do MEC


radio na escola



Escolas públicas de áreas rurais ou urbanas que foram pré-selecionadas pelo Ministério da Educação – MEC para oferecer ensino integral em 2012, têm até 30 de março para aderir ao Mais Educação, programa do Ministério para essa modalidade de ensino.

A expectativa do MEC é oferecer educação integral em 30 mil escolas, sendo 5 mil do campo; e beneficiar 5 milhões de estudantes, somando os 3,1 milhões de alunos já atendidos e os que ingressarão no programa este ano.

Como a adesão ao Mais Educação é opcional, 14,2 mil escolas urbanas e 14,5 mil do campo foram pré-selecionadas pelo Ministério para participar do programa, de acordo com o coordenador de Ações Educacionais Complementares da Secretaria de Educação Básica – SEB, Leandro Fialho.

Para confirmar o interesse em aderir ao programa, as escolas pré-selecionadas devem acessar o Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC – Simec, por meio de uma senha fornecida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE.

O diretor da escola deve informar quantos estudantes serão atendidos e relacionar até seis atividades a serem oferecidas, escolhidas em uma lista disponível no site do programa. Quem tiver dúvida ou dificuldades para preencher as informações no sistema pode pedir esclarecimentos pelos telefones (61) 2022-9175, 2022-9176, 2022-9174, 2022-9184, 2022-9211, 2022-9212 e 2022-9181.



Mais educação


sax na escola


Criado em 2008, o Programa Mais Educação tem o objetivo de aumentar as oportunidades educativas e melhorar o ambiente escolar, oferencendo atividades no contra-turno das aulas, em período integral. Para isso, o governo federal repassa recursos para o ressarcimento de monitores e compra de materiais. As escolas beneficiadas também recebem conjuntos de instrumentos musicais e rádio escolar.

As atividades desenvolvidas pelas escolas foram organizadas em 10 macrocampos: Acompanhamento Pedagógico; Meio Ambiente; Esporte e Lazer; Direitos Humanos em Educação; Cultura e Artes; Cultura Digital; Promoção da Saúde; Educomunicação; Investigação no Campo das Ciências da Natureza; Educação Econômica.



Saiba mais!

Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec): portal operacional do MEC, que trata do orçamento e do monitoramento de propostas online do governo federal na área da Educação.

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE): presta assistência financeira e técnica ao MEC e executa projetos que contribuem para uma educação de qualidade.

Programa Mais Educação: visa aumentar a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas em temas como meio ambiente, esporte, direitos humanos, artes e cultura digital.





segunda-feira, 5 de março de 2012

Senadores pedem capacitação contínua de professor





A definição do volume de recursos que o país destinará à educação, a formação continuada dos professores e o novo piso nacional do magistério foram os principais temas tratados pelos senadores na audiência com Mercadante.

O presidente da Comissão de Educação, Roberto Requião, disse ver com cautela a proposta de se destinar à educação 10% do produto interno bruto (PIB), uma vez que isso não teria ligação direta com a capacidade de arrecadação de impostos. O parlamentar defendeu a criação de plano de educação continuada para o magistério, com a adesão voluntária de estados e municípios.

— Se apostamos só na melhoria salarial, teremos os mesmos professores e nenhum reflexo na qualidade de ensino.

Paulo Bauer (PSDB-SC) disse que o percentual sobre o PIB poderia ser substituído por compromisso do governo de aumentar progressivamente os recursos para a educação, "na medida da necessidade".

Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) falou de desigualdade regional: enquanto no Paraná 4,9% das crianças de 8 anos não são alfabetizadas, no Amapá são 23%. Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) chamou a atenção para as dificuldades dos alunos do Nordeste no Enem. Segundo ele, estudantes de estados ricos que não obtiveram vaga em universidades de seus estados acabam conseguindo lugar em universidades de estados como a Paraíba.

Cícero Lucena (PSDB-PB) informou que 180 escolas foram fechadas neste ano na Paraíba e pediu que decisões assim só sejam tomadas "com a participação da sociedade".


Senador(es) Relacionado(s):
Cássio Cunha Lima
Cícero Lucena
Paulo Bauer
Randolfe Rodrigues


Fonte: G1

Projeto ‘Um Gestar em Cada Escola’ atende alunos do ensino fundamental II



A edição 2012 do projeto ‘Um Gestar em Cada Escola’, desenvolvido pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, foi aberta oficialmentea, no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador. O programa Gestão da Aprendizagem Escolar (Gestar) faz parte das ações educacionais realizadas pelo Governo do Estado, com o objetivo de fortalecer o aprendizado das disciplinas língua portuguesa e matemática, consideradas base para o sucesso em todas as áreas do conhecimento.

Dentro das metas do programa Todos pela Escola, o Gestar inclui aperfeiçoamento profissional dos professores, prevendo certificação com incentivo assegurado pela Secretaria da Educação, e disponibiliza material didático como os cadernos de apoio à aprendizagem dos estudantes, com o intuito de promover o trabalho docente.

Em 2011, o Gestar esteve presente em 514 escolas, atuando em 204 municípios. Este ano, até o momento, conta com a parceria de 793 unidades escolares, atendendo a aproximadamente 251 mil estudantes. A meta é atingir as 934 escolas da rede estadual que oferecem ensino fundamental II e beneficiar todos os estudantes.

“É o momento de realizarmos uma revolução democrática em que o direito à educação seja de fato disponibilizado à população”, enfatizou o secretário da Educação, Osvaldo Barreto. Ele também destacou a importância da qualidade técnica e exigência pedagógica do projeto como fator fundamental para a formação de estudantes bem capacitados.



Nova escola

Em ação com o Pacto com Municípios, o ‘Um Gestar em Cada Escola’ fortalece a educação básica e aponta para uma nova escola. Municípios como Pindobaçu, Mata de São João, Serrinha e Seabra aderiram ao projeto. O propósito é atingir a totalidade das cidades do estado. “Estamos levando para a escola uma transformação, que envolve no processo a participação de todos os responsáveis pela competência da educação como instituição. É uma ação coletiva, na qual os gestores, professores, alunos e comunidade efetivamente assumem o protagonismo”, explicou a coordenadora-geral do programa, Daday Sales.

“O Gestar abre portas para o conhecimento e oportuniza a construção da aprendizagem para o educando e o educador”, disse Adriana Carvalho, professora articuladora na cidade de Paulo Afonso. Ela garantiu que o programa motivou seus alunos em sala de aula. “Da produção de textos a filmes de curta-metragem, todos os trabalhos desenvolvidos foram feitos não somente como uma exigência avaliativa, mas com prazer e satisfação”.



Ouça mais:






Fonte: SECOM - Bahia

sexta-feira, 2 de março de 2012

Mais Educação: prazo para adesão de 28,7 mil escolas é prorrogado até março



Escolas públicas urbanas e do campo pré-selecionadas pelo Ministério da Educação para oferecer ensino integral tiveram o prazo para adesão prorrogado até 30 de março.

A expectativa do MEC é oferecer educação integral em 30 mil estabelecimentos — 5 mil do campo — e atender 5 milhões de estudantes em 2012. Esse número compreende cerca de 3,1 milhões de alunos já atendidos pelo programa Mais Educação e os que serão beneficiados neste ano.

Como a adesão ao programa é opcional, o MEC pré-selecionou 14,2 mil escolas urbanas e 14,5 mil do campo, explica Leandro Fialho, coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Básica (SEB).

Para as escolas pré-selecionadas, o acesso ao Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) ocorre por meio de senha, fornecida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ao aderir, além de informar quantos estudantes serão atendidos, o gestor escolar pode relacionar até seis atividades, escolhidas em uma lista disponível na página eletrônica do programa.

Os dirigentes escolares que tiverem dúvidas ou dificuldades para preencher as informações no Simec podem pedir esclarecimentos pelos telefones (61) 2022-9175, 2022-9176, 2022-9174, 2022-9184, 2022-9211, 2022-9212 e 2022-9181.



Clique aqui e onfira a relação de escolas urbanas pré-selecionadas.


Clique aqui e confira a tabela das escolas do campo pré-selecionadas




Fonte: Portal MEC

Inscrições para o Prêmio Gestão Escolar já começaram






As escolas públicas estaduais e municipais da educação básica de todo o País podem se inscrever para a 13° edição do Prêmio Gestão Escolar (PGE). Realizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o prêmio é um estímulo à melhoria do desempenho das escolas e ao sucesso da aprendizagem dos alunos. As inscrições vão até 1° de junho, pelo site do Consed.

Os participantes são avaliados em cinco dimensões de gestão: pedagógica, resultados educacionais, participativa, de pessoas e de serviços e recursos. “O prêmio tem o objetivo de fomentar a melhoria do sistema educacional por meio da identificação de ações bem executadas por gestões participantes. A cada ano, buscamos atrair mais escolas, para que exemplos de boa gestão se difundam e ganhem dimensão maior”, destaca a presidente do Consed, Maria Nilene Badeca da Costa.

A atual gestão do Consed vem promovendo várias mudanças na premiação. A reestruturação tem ações a médio e longo prazo. Para 2012, as inscrições pela internet foram aprimoradas, o que torna o processo mais ágil. “Neste ano, por meio da internet, as escolas também têm a possibilidade de organizar os documentos e fotos que demonstram o processo de suas gestões”, esclarece a secretária executiva do Consed, Nilce Costa. “O envio desta documentação pelo correio para efetivar a inscrição continua obrigatório, mas o trabalho do gestor fica mais fácil”, completa a secretária executiva.

A meta do Consed é dobrar o número de inscrições com o novo sistema. Outra novidade mencionada por Nilce é o dia de mobilização nas escolas. “Queremos incentivar as escolas a participar do prêmio e a planejar de maneira mais eficaz suas ações rumo a melhoria dos processos de gestão escolar”, conclui.



Premiação

As escolas representantes dos estados e do Distrito Federal recebem o diploma de destaque estadual/distrital e R$ 6 mil. As seis escolas finalistas, além do diploma de destaque nacional, recebem R$ 10 mil cada. A selecionada como primeira colocada ganha R$ 30 mil e o título de Referência Brasil. Os prêmios em dinheiro não são cumulativos. Os diretores de todas as instituições de ensino selecionadas para representar seus estados também são contemplados com uma viagem de intercâmbio para os Estados Unidos.



Histórico

Criado em 1998 pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em parceria com entidades que apoiam o fomento da educação no Brasil, a premiação busca valorizar e motivar as escolas públicas no desenvolvimento de uma gestão democrática e de qualidade.

Ao todo, 25.139 instituições já participaram.

A edição de 2012 tem como parceiros a Embaixada dos Estados Unidos, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Fundação SM, Fundação Itaú Social, Instituto Gerdau e Fundação Victor Civita – patrocínio; União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Ministério da Educação (MEC) – apoio institucional; Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) – cooperação; Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) – assessoria técnica.



Clique aqui para saber mais informações/ inscrições.



Autor: Consed

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mercadante pede 'grande pacto nacional' pela educação

[Foto: ministro da Educação, Aloizio Mercadante]


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, sugeriu nesta quarta-feira (29) a celebração de um "grande pacto nacional" em defesa da educação, com a garantia de aplicação no setor de ao menos 30% dos royaltiesRoyalty é uma palavra inglesa que se refere a uma importância cobrada pelo proprietário de uma patente de produto, processo de produção, marca, entre outros, ou pelo autor de uma obra, para permitir seu uso ou comercialização. No caso do petróleo, os royalties são cobrados das concessionárias que exploram a matéria-prima, de acordo com sua quantidade.

O valor arrecadado fica com o poder público. Segundo a atual legislação brasileira, estados e municípios produtores - além da União - têm direito à maioria absoluta dos royalties do petróleo. A divisão atual é de 40% para a União, 22,5% para estados e 30% para os municípios produtores. Os 7,5% restantes são distribuídos para todos os municípios e estados da federação. a serem obtidos com a exploração do petróleo da camada pré-sal durante pelo menos uma década. A partir desse acordo, previu, o país estará se preparando para o momento em que se esgotarem as suas maiores reservas de petróleo.

- Se aprovarmos o projeto de distribuição dos royalties como está, vamos pulverizar esses recursos. O que vamos ter no futuro, depois que acabar o petróleo? Ou vamos nos acomodar por 20 anos com essas receitas? Temos de pensar o Brasil sem o pré-sal. E o Brasil só se sustentará como país desenvolvido com educação, ciência e tecnologia - alertou Mercadante.

Em sua primeira exposição aos integrantes da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), durante audiência presidida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), o ministro informou como pretende colocar em prática, ao longo de sua gestão, as metas do Plano Nacional de Educação para o período de 2011 a 2020, ainda sob análise da Câmara dos Deputados.
Inicialmente, ele ressaltou o compromisso do governo com a construção, até 2014, de seis mil creches e pré-escolas. Dessa forma, observou o ministro, será possível que um maior número de estudantes chegue ao ensino fundamental "em melhores condições para a alfabetização". Segundo o ministro, não há problemas financeiros com esse programa. A dificuldade está no tempo de construção das novas unidades. Por isso, como informou, serão oferecidos novos métodos construtivos a estados e municípios.

O grande problema do ensino fundamental, prosseguiu o ministro, é a defasagem entre a idade do aluno e a série em que ele se encontra. Atualmente, 15,2% das crianças com oito anos de idade ainda não são alfabetizadas, registrou, com consequências sobre o aprendizado dos anos seguintes. Para resolver essa questão, ele anunciou a adoção do programa Alfabetização na Idade Certa. Também anunciou a intenção de incluir as Ciências na Prova Brasil, de avaliação da educação básica.

Inspirado no exemplo do programa Ciência sem Fronteiras, que concederá 100 mil bolsas nas melhores universidades do mundo, o ministro informou que será criado o programa Escola sem Fronteiras, destinado a permitir que professores que se destacam na educação básica conheçam experiências exitosas de educação dentro e fora do país. Anunciou ainda a intenção de ampliar as metas de implantação da educação em tempo integral. Em lugar das 32 mil escolas que estariam no Programa Mais Educação até 2014, informou, serão 60 mil escolas.

- A experiência internacional mostra que a educação integral faz uma diferença muito importante quando se olha a qualidade de ensino - disse Mercadante.

A respeito do ensino médio, o ministro admitiu que ainda existem altos índices de evasão e grande distorção entre idade e a série, seguindo uma tendência verificada desde as aulas de alfabetização. Em sua opinião, é preciso "repensar o ensino médio", uma vez que a escola "não está sendo atrativa, interessante e motivadora".

O ministro defendeu a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que vem enfrentando problemas nos últimos anos em termos de logística, como vazamentos de notas e de informações dos inscritos. Em sua opinião, o Ministério da Educação "não tem culpa de o Brasil ser tão grande e tão diverso". Houve nos últimos anos um "avanço logístico", disse, mas sempre haverá riscos na realização do exame. Para ele, o Enem garante a alunos de todo o país as mesmas chances de acesso a benefícios como o financiamento do Prouni.

A respeito do ensino superior, o ministro ressaltou a necessidade de se fortalecer a formação nas áreas de ciências básicas - matemática, física, biologia e química. Atualmente, como observou, 41% do total de matrículas no ensino superior encontram-se em apenas cinco áreas: administração, direito, pedagogia, ciências contábeis e enfermagem. Para ilustrar a carência de profissionais em áreas técnicas, ele citou o fato de o Brasil contar com apenas seis engenheiros por 1000 habitantes, contra 80 na Coreia do Sul.

Mercadante anunciou ainda a oferta de tablets a 600 mil professores, além de cursos de 360 horas de formação digital. Os tablets, como informou, garantirão acesso a um portal do Ministério da Educação, onde estarão disponíveis 15 mil aulas como auxílio aos professores.

- A ideia é levar a internet para a sala de aula. Temos 623 mil professores sem graduação e 350 mil se graduando. Precisamos acelerar esse processo, com o estímulo à formação e às novas tecnologias - disse Mercadante.



Fonte:   Agência Senado
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