quinta-feira, 7 de julho de 2011

Agência oferece bolsas de intercâmbio para alunos de escolas públicas




Alunos que desejam estudar em instituições de ensino no exterior têm uma nova oportunidade para buscar a concretização desse sonho. A agência de intercâmbios AFS Intercultura Brasil oferece bolsas de ensino para alunos de ensino médio de escolas públicas, entre 14 e 17 anos. Para concorrer, é necessário ter bom desempenho escolar e renda familiar comprovada de até quatro salários mínimos.

A bolsa, que será concedida a 11 estudantes, corresponde a um ano letivo, com embarque previsto em 2012. Os países de destino são México, Hungria, República Tcheca, Panamá, Turquia, Eslováquia, Tailândia, Costa Rica, República Dominicana, Argentina e Hong Kong.

Além da mensalidade escolar, a iniciativa inclui suporte 24h durante o intercâmbio, passagem internacional de ida e de volta, hospedagem e alimentação em casa de família voluntária, seguro saúde com cobertura de até US$ 1 milhão, transporte e material escolar.


Para obter mais informações e efetuar a inscrição, acesse o site: http://www.afsbolsas.org.br/.



Fonte: Portal Aprendiz UOL 

Secretário Osvaldo Barreto concede entrevista para emissoras de rádio nesta quinta-feira






O Secretário da Educação do Estado da Bahia, Osvaldo Barreto, concede três entrevistas nesta quinta-feira (7/7) para cidades do interior da Bahia. A primeira vai ao ar às 7h30 na rádio Cidade (870 AM), de Juazeiro, dentro do programa Cidade Repórter. Em seguida, às 8 horas, o secretário fala para a rádio Povo (1460 AM), de Jequié, no programa Primeira Página. Já a terceira, acontece na rádio Cultura (820 AM) do município de Utinga, às 12h40, no programa A Voz do Povo. Na pauta, a divulgação do resultado final do concurso para professor e o pacto que a Secretaria da Educação está firmando com os municípios.
O Governo do Estado divulgou, na edição do Diário Oficial (DOE) da última terça-feira (28), o resultado final e homologação do concurso público para professor da rede estadual de ensino. O resultado traz a relação de 5.003 mil candidatos classificados e vai preencher 3,2 mil vagas para o cargo de Professor Padrão P – Grau I – do Estado. Os candidatos que foram aprovados serão chamados, por meio de Edital de Convocação e de acordo com a classificação final por Direc, Pólo e Disciplina.
Pacto – A Secretaria da Educação está firmando um Pacto com os municípios baianos para garantir a alfabetização das crianças até os oito anos de idade. Mais de 200 municípios já confirmaram a adesão ao Pacto que, dentre as ações, vai promover a formação para professores e a distribuição de material didático a todos os professores e estudantes dos municípios parceiros. O Pacto com os Municípios é uma das ações do Programa Todos pela Escola, que estabelece 10 compromissos de intervenção direta nas escolas estaduais para garantir aos estudantes o direito de aprender.



Fonte: Secretaria de Educação da Bahia

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Bahia investe na Educação Inclusiva

 
 
 
Sala cheia para realização da prova de Ciências em Braille com a turma da 6ª série na Escola de Primeiro Grau Getúlio Vargas, no bairro do Barbalho, em Salvador. Como geralmente exigem mais tempo, as provas em Braille, respondidas, individualmente, são aplicadas na sala de recursos multifuncionais, onde os estudantes recebem atendimento pedagógico e têm suporte técnico especializado.

Pedro Henrique Pessoa, 16, é o primeiro a acabar e sai confiante: “foi fácil, deu para fazer bem”. Mas nem sempre foi assim. A vontade de estudar não veio de uma hora para outra. São quatro anos frequentando a Escola Getúlio Vargas e, segundo Pedro, foi no decorrer desse período que as coisas ficaram boas. “Nossa sala de recursos inovou e a gente vai receber notebooks para trabalhar na sala de aula”, conta animado.

A Bahia tem mais de 35 mil estudantes com algum tipo de deficiência matriculados na rede básica estadual de Educação. Para atender este público, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia vem investindo na estrutura física das escolas bem como na formação dos professores,e, já contabiliza 557 salas multifuncionais instaladas nas escolas públicas da capital e do interior.

Também foram implantados dez Centros de Educação Especial, que prestam atendimento especializado aos estudantes da rede, formando uma espécie de parceria com as salas multifuncionais. Essas ações integram a lista de compromissos do programa Todos pela Escola, desenvolvido pela Secretaria da Educação que visa garantir aos estudantes o direito de aprender.

Professores fazem a diferença - Apesar da tecnologia e do investimento em recursos materiais empregados pela Secretaria em parceria com o Ministério da Educação (MEC) para agilizar a vida dos estudantes, na opinião deles, são os professores que fazem a maior diferença. Novos ou antigos, eles são tidos como verdadeiras conquistas.

“Na 5ª série, tive vários professores novos e nem imaginava que eles iam saber trabalhar, que iam conseguir.

Foi surpreendente. No ano passado, tive uma professora de matemática e agora, na segunda vez que ela é
minha professora, ensina mais, desenvolveu muito mesmo. Também temos professora de Braille, a atividade sai com rapidez. Esta escola está bem mais apropriada para receber o deficiente”, comemora Pedro Henrique.

E a empolgação de Pedro com os estudos o faz pensar no futuro. Quer trabalhar na área de comunicação com o colega de classe, Felipe dos Santos,16, que, também, está entre os 23 jovens cegos ou parcialmente cegos matriculados nas turmas regulares da escola. “Falo com todo mundo. A maioria dos colegas de sala enxerga. Graças a Deus, ninguém implica comigo. Sempre ajudam ditando as atividades que a professora coloca no quadro. Não tem dificuldade nenhuma”, diz Felipe.


Melhorias

A boa convivência e os avanços na rede física também deixam feliz a diretora da unidade, Cristina Rezende.

Ela acrescenta que outro elemento que alavancou a possibilidade de incluir da escola foi a ampliação, pelo MEC, do acervo bibliográfico adaptado aos estudantes cegos e com baixa visão. “Clássicos da nossa literatura como Jorge Amado e Cecília Meireles integram o acervo e os estudantes têm acesso livre à seção Braille da biblioteca. O material didático também é adequado”, diz Cristina.

A diretora conta que, recentemente, o Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual (CAP) doou para a instituição uma impressora Braille. “Passamos a imprimir provas e atividades, a reproduzir nosso material. Facilitou muito”.

Foi, no CAP, que Selma Gomes de Oliveira teve contato, pela primeira vez, com os princípios da educação inclusiva. Ela é uma das professoras especialistas que trabalham na sala multifuncional da Escola Getúlio Vargas. Formada em filosofia, Selma fazia cursos de formação continuada em educação especial no CAP.
Depois de cinco anos na profissão, resolveu se especializar, motivada pelo irmão deficiente auditivo. Agora, ela cursa Especialização em Deficiência Auditiva oferecida pela Secretaria da Educação do Estado e pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Assim como Selma, outros 160 professores estão em formação.

“A sala multifuncional é uma ferramenta que tem impacto positivo na autonomia do estudante. A nossa, por enquanto, recebe estudantes cegos, mas deve atender adequadamente, também, estudantes surdos, ou com deficiência intelectual, por exemplo, por isso estou me especializando. Caso estes procurem a escola, serão bem-atendidos”, atenta a professora.


Fonte: Secretaria de Educação da Bahia

terça-feira, 5 de julho de 2011

Secretaria da Educação disponibiliza sistema de avaliação para os municípios

 



A Secretaria da Educação do Estado disponibiliza hoje, no Portal da Educação, o Sistema de Avaliação da Alfabetização da Bahia – Alfa Bahia. A ferramenta fortalece e consolida ações de parceria com os municípios, previstas no programa Todos pela Escola, cuja meta principal é alfabetizar todas as crianças até oito anos de idade e extinguir o analfabetismo escolar.

Com o Alfa Bahia, professores, gestores e coordenadores da educação na capital e nos municípios do interior do estado terão, pela primeira vez, acesso direto aos resultados da Provinha Brasil, instrumento de avaliação da Educação Básica criado em 2008, pelo Governo Federal.

“O Alfa Bahia é um dos sistemas disponibilizados pela Secretaria para consolidar, no Estado, os resultados da avaliação Provinha Brasil. Isso vai facilitar a identificação de dificuldades e favorecer ajustes na gestão pedagógica”, explica a coordenadora da Avaliação da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, Fátima Medeiros.

No Alfa Bahia constam informações sobre cada estudante, turma, escola e município. O acesso será de acordo com a função desenvolvida na escola. Professores acessarão apenas os dados de seus alunos, enquanto os gestores escolares terão acesso às informações sobre a sua escola. Apenas gestores e técnicos da sede da Secretaria da Educação do Estado poderão visualizar dados do sistema sem restrições.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Governo quer aumentar em 4 milhões o número de universitários até 2020


   Meta abrange alunos do setor público e privado.


Luiz Cláudio Costa afirmou ontem que o governo espera, até 2020, aumentar em 4 milhões o número de estudantes universitários (de todas as idades) no País. Atualmente, 5,9 milhões de alunos estão em faculdades públicas ou privadas, conforme dados oficiais. O ensino superior foi tema de audiência pública da comissão especial que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10) – a proposta define metas para a educação brasileira nos próximos dez anos.

Luiz Costa disse também que a meta prevista no PNE de que, em 2020, 33% da população entre 18 e 24 anos estejam na universidade será atingida antes do prazo. "Não há dúvidas de que conseguiremos, porque temos ações que apontam para isso e já tivemos aumento significativo nos últimos anos. Hoje, 17,4% dos jovens entre 18 e 24 anos estão nas faculdades ou já concluíram o curso. Esse é o número correto com que trabalharmos", disse.


Audiência pública - Luiz Cláudio Costa (secretário de educação superior do MEC)









O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz
Cláudio Costa, do MEC: hoje 17,4% dos jovens
entre 18 e 24 anos estão no ensino superior.


Vagas ociosas

O representante da Associação Nacional dos Centros Universitários (Anaceu), Celso Frauches, ressaltou que o número de vagas existentes hoje no País é suficiente para a expansão da educação superior.

Segundo ele, no ano passado, ficaram ociosas 1,6 milhão de vagas em universidades – 40 mil delas em instituições públicas.

Para Celso Frauches, as deficiências da educação básica dificultam o acesso ao ensino superior e ajudam a justificar o fato de, anualmente, cerca de 500 mil alunos abandonarem a universidade antes da formatura.

“Na maior parte das vezes, isso acontece porque os estudantes não acompanham o ritmo das aulas. Eles não tiveram na escola conhecimentos mais aprofundados de matemática, biologia e outras ciências”, argumentou.

O representante da Anaceu ressaltou ainda que muitos estudantes não conseguem tirar boas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que é usado como requisito para o ingresso em boa parte das faculdades. “Para esse quadro mudar, precisamos melhorar a qualidade da educação básica”, reiterou.


Ausência


O presidente da comissão, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), lamentou a ausência, no debate, de representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). "As universidades federais precisam entender que elas não constituem um Estado dentro do Estado, que elas precisam se aproximar, participar das reuniões e dar sua contribuição”, afirmou.

A comissão especial realizará audiência pública na próxima quarta-feira (6) para discutir o financiamento da educação. Pelo PNE, o Brasil deverá investir, em 2020, pelo menos 7% do PIB no setor. O objetivo da reunião é justamente saber de onde virão esses recursos.

 

Íntegra da proposta:

Para universalizar o ensino médio é preciso mais investimento, diz MEC



Para Maria do Pilar, uma das principais estatégias para melhorar a qualidade do ensino é a formação de professores específicos para trabalhar com a juventude






 
Aumentar o financiamento é o primeiro passo para cumprir a emenda constitucional que torna o ensino médio obrigatório a partir de 2016. A avaliação é da secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, que concedeu uma entrevista exclusiva ao Portal Aprendiz.

“Nós precisamos construir escolas de ensino médio e deixar a oferta majoritariamente no diurno”, afirmou.

“Mas não basta construir salas com uma cadeira enfileiradas. São necessários novos espaços, para exercícios diferentes”.

Dos 3,6 milhões de jovens que se matriculam no Ensino Médio, apenas 1,8 milhão conseguem concluir esta etapa, de acordo com o estudo “A Crise de Audiência no Ensino Médio”, do Movimento Todos pela Educação e do Instituto Unibanco. Em 2007, dois em cada dez jovens brasileiros de 15 a 17 anos estavam fora da escola (18%).


Portal Aprendiz - A emenda constitucional 59, aprovada em setembro de 2009, determina a obrigatoriedade da frequência escolar dos 4 aos 17 anos a partir de 2016. Que estratégias o governo deve adotar para universalizar o ensino médio dentro desse prazo?


Maria do Pilar Lacerda – A emenda é radical e determina que até 2016 teremos que organizar as redes municiais, estaduais e federais de ensino médio para atender esses milhões de brasileiros que estão fora da escola ou que estão na escola, mas não na idade correta.


Mais que preparar para a universidade,
o ensino médio é um momento
de vivência da adolescência”

O primeiro passo é garantir o aumento do financiamento. Nós precisamos construir escolas de ensino médio para que a oferta seja majoritariamente no diurno, pois jovens de 14 a 17 anos devem estudar de manhã ou à tarde, mas não a noite. Então precisamos aumentar a rede física, mas não basta construir salas com uma cadeira enfileiradas. São necessários novos espaços, para exercícios diferentes.

 

A outra estratégia é garantir a formação de professores para que tenhamos profissionais com uma formação muito estruturada para trabalhar com a juventude.

Portal Aprendiz – Quais os principais desafios da Secretaria de Educação básica nesse novo governo, com relação ao Ensino Médio?


Maria do Pilar – O ensino médio é hoje uma das prioridades da pasta da educação. Os focos são educação infantil, valorização dos professores e ensino médio, tanto o convencional como o tecnológico. 

Esse último ganhou um projeto específico, o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego].

Para o clássico, temos o Programa Ensino Médio Inovador, que esta sendo replicado em 377 escolas de 18 estados. Ele prevê evitar a evasão, flexibilizar o currículo e torná-lo mais atrativo para o jovem, dialogando com outros conhecimentos e outras aprendizagens. Não se trata de um ensino médio apenas prazeroso e divertido, mas de transformá-lo em um espaço em que o aprendizado e o conhecimento tenham significado e sejam transformadores para o jovem.

Portal Aprendiz – O ensino médio é etapa escolar com o índice de evasão mais alto. Que outras estratégias, além do Pronatec e do Ensino Médio Inovador, o Ministério da Educação (MEC) tem implantado para combater evasão e aumentar o interesse? O ensino profissionalizante é uma delas?


Maria do Pilar – O importante é ter um currículo do ensino médio que seja contemporâneo, que reconheça nossa juventude, a sociedade em que ela vive e os conhecimentos aos quais tem acesso. É a chamada Geração Y, que é digital e pra quem uma educação analógica não faz sentido.

É a chamada Geração Y,
que é digital e para quem
uma educação analógica não faz sentido”



Laboratórios de informática, formação de professores, principalmente de ciências exatas e biológicas, e aumento do financiamento para educação básica são algumas das principais estratégias. A flexibilização do currículo e a reorganização da estrutura escolar também.

O ensino médio profissionalizante é uma boa opção para a juventude brasileira, mas não pode ser a única.

Temos que atender tanto os que vão fazer a opção pelo médio técnico, tanto os que querem concluir seus estudos no nível superior.

Portal Aprendiz – Quais os maiores desafios para o ensino médio?


Maria do Pilar – Nós precisamos trazer mais de 1,5 milhões de jovens que estão fora das escolas, acelerar a formação dos jovens de 15 e 16 anos que ainda estão no ensino fundamental e evitar que os atuais alunos se afastem da escola e desistam dela. Para isso temos uma articulação muito sólida com governos estaduais, que são responsáveis por mais de 90% das matrículas públicas do ensino médio.

O MEC vai escrever, até o final de 2012, as Expectativas de Aprendizagem para o Ensino Médio. Elas serão sincronizadas com o formato das propostas do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] para o que ensino médio tenha um impacto nas provas de acesso à universidade, e não o contrário, como acontece hoje.

O que queremos é que tanto o ensino fundamental como o médio tenham escritas as expectativas de aprendizagem. Com ela as escolas saberão o que, ao final do primeiro ano, os alunos deverão ter aprendido.

Como ela vai se organizar para que o jovem tenha esse conhecimento, faz parte da autonomia, garantida em lei, de cada escola.

Portal Aprendiz – Quais benefícios do Plano Nacional de Educação para o ensino médio?


Maria do Pilar – Primeiro é o enfoque que se dá a ele. É preciso lembrar que até sete ou oito anos atrás o ensino médio não tinha financiamento de merenda, livro didático e transporte escolar. O ensino médio, assim como a educação infantil, passou a ter destaque nas políticas públicas federais e estaduais. O Plano Nacional de Educação reflete e retrata a importância que o ensino médio e a juventude têm para a sociedade.


E é muito importante destacar que o ensino médio, mais que um preparar para universidade, é um momento de vivencia da adolescência, para que o jovem conheça todas as áreas do conhecimento, para que entenda melhor os elementos que tem significado para a sociedade contemporânea e para que todas as suas escolhas pessoais, profissionais e éticas sejam fundamentadas no conhecimento. O ensino médio deve prever a formação de sujeitos autônomos. Eu percebo o reflexo dessa preocupação nas metas e nas estratégias do Plano.





Números sobre ensino médio
- No Brasil, 18% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola

- Entre os jovens de 18 a 24, 68% não estudam

- Apenas 48% dos jovens de 15 a 17 anos estão no ensino médio

- Dos 3,6 milhões de jovens que se matriculam na 1ª série do Ensino Médio, apenas 1,8 milhão concluem

- Entre os adolescentes de 15 a 17 anos de famílias pobres, 25% não frequentavam a escola em 2007, contra apenas 4% dos jovens de famílias não pobres.

(Fonte: “A Crise de Audiência no Ensino Médio”)






Rede estadual de ensino volta às aulas hoje!



Os estudantes das 1.476 escolas da rede estadual de ensino voltam às aulas nesta segunda, 4.  São mais de 1,2 milhão de alunos retomando suas atividades, depois do recesso junino de quase 15 dias.

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia conclama a comunidade escolar a retornar à sala de aula com a mesma empolgação registrada no início do ano letivo para, além de rever os colegas, dar continuidade às aprendizagens.





Bem vindos de volta!!!
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